Alexandre Azevedo Márcio Souza
Antonio Lombardi
Moacir Assunção
Carlos Figueiredo
Miguel De Almeida
Cristiane Costa Cruz  Miguel Haddad 
Dionisio Jacob Olgária Matos
Fábio Magalhães Raul Drewnick
Geraldo Carneiro Roniwalter Jatobá 
Gerardo Mello Mourão Sérgio Cabral
Luiz Galvão  Sílvio Fiorani
Marcelo Antinori  Simonetta Persichetti 

Alexandre Azevedo 

Natural de Belo Horizonte, membro da Academia Ribeirãopretana de Educação e autor de mais de 140 obras, prefaciadas por nomes como Luís Fernando Veríssimo, Manoel de Barros e Ziraldo. Em 2016, recebeu o selo “Altamente Recomendável” pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Também é autor do material didático do Sistema Ético de Ensino na área de Literatura Brasileira e Portuguesa para alunos do ensino médio e pré-vestibular. Entre suas obras, destacam-se “Que Azar, Godofredo!” e “O Vendedor de Queijos e Outras Crônicas”. Publicou pela Lazuli as novelas “Nesta Triste Masmorra”, “Ó Sonho Branco de Quermesse” e “A Abominável Mulher do Neves”. 

Antonio Lombardi 

Antonio Lombardi é paulista do Vale do Paraíba. Ainda jovem se mudou para Campinas, onde concluiu os estudos. Depois de formado em Direito, fixou-se em São Paulo, onde desenvolveu sua carreira tendo trabalhado como auditor, consultor e gestor de projetos. Especialista em desenvolvimento sustentável e mudanças climáticas – implementação de práticas comerciais e empresariais. Tutor em cursos de formação. Publicou pela Lazuli “Créditos de Carbono e Sustentabilidade – Introdução aos Novos Caminhos do Capitalismo”. 

Carlos Figueiredo 

Carlos Figueiredo é aventureiro e autor de livros de poesias, crônicas de viagem, tradutor e fala várias línguas. Viveu no Afeganistão, onde se expressava em farsi e em pashto. Parte de sua juventude passou viajando. Equipado com uma mochila e um saco de dormir, atravessou meio mundo, utilizando todo tipo de transporte, inclusive cavalo, camelo e elefante, mas sempre preferiu viajar de barco. Velejou de Atenas a Londres, de Trancoso a Cabo Frio. Foi de navio de Bombaim a Goa, do Rio à Marselha e andou de canoa pelos igarapés da Amazônia. Suas histórias são contadas com aquele encantamento de quem esteve lá. Publicou pela Lazuli “Uma Aventura no Triângulo das Bermudas”. 

Cristiane Costa Cruz 

Cristiane Costa Cruz se formou em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) em 1990; e desde então atende em consultório particular. Criou cursos e conduziu grupos para tratamento de pacientes com queixas alimentares e candidatos a cirurgia da obesidade. Ministrou palestras e cursos sobre comportamento alimentar, emagrecimento e autoestima. Aplica cursos para outros psicólogos sobre Psicopatologia Geral e tratamento dos Transtornos Alimentares e da Obesidade. É presidente da Associação MENSA Brasil para pessoas com alto QI. Publicou pela Lazuli “O Cisne que Não Comia”. 

Dionisio Jacob 

Dionisio Jacob nasceu em São Paulo em 1951. Foi um dos fundadores do Pod Minoga Studio, grupo de vanguarda do teatro paulistano nos anos 70. Foi roteirista de programas infanto-juvenis para televisão, como Rá-tim-bum, Castelo Rá-tim-bum, Cocoricó, TV CRUJ, todos premiados pela APCA. Em 2002, recebeu o prêmio Jabuti na categoria romance, pelo livro “A Utopia Burocrática de Máximo Modesto”. Publicou pela Lazuli “O Guardião das Vogais”. 

Fábio Magalhães 

Fábio Magalhães estudou História da Arte no Institut d’Art et d’Archuéologie de Paris. É museólogo e ex-curador-chefe do Museu de Arte de São Paulo – MASP; exerceu vários cargos na administração pública, como diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo (1979/1982), secretário da Cultura do Município de São Paulo (1983), assessor especial da Secretaria de Estado da Cultura (1984/1985), secretário de Apoio à Produção Cultural do Ministério da Cultura (Minc), presidente da Embrafilme (1988), presidente da Fundação Memorial da América Latina (1995/2003) e curador das II e III Bienais de Artes Visuais do Mercosul em Porto Alegre (1998/2001). Integra os conselhos da Fundação Padre Anchieta, da Fundação Bienal de São Paulo, do Instituto Europeu de Design, entre outros. É membro da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte e do Icomus – Unesco. Publicou pela Lazuli os títulos que fazem parte da Coleção “Arte de Bolso”: “Cláudio Tozzi” e “Rubens Gerchman”. 

Geraldo Carneiro 

Nascido em Belo Horizonte, em 1952, é poeta, letrista e roteirista de televisão, teatro e cinema e membro da Academia Brasileira de Letras. Foi, durante 12 anos, parceiro de Egberto Gismonti e também de outros músicos como Tom Jobim e Astor Piazzola. No cinema, assinou os roteiros dos filmes “Eternamente Pagu” (1987), de Norma Bengell e “O Judeu” (1996), escrito com Millôr Fernandes, Gilvan Pereira, dirigido por Jom Tob Azulay. Em 2011, recebeu o prêmio Emmy Internacional pela adaptação de “O Astro”, escrita em parceria com Alcides Nogueira. Em 2014, escreve, para Juca de Oliveira, uma adaptação para solo do “Rei Lear”, de Shakespeare. Publicou pela Lazuli a obra “Como um Cometa”. 

Gerardo Mello Mourão 

Gerardo Majella Mello Mourão nasceu no Rio de Janeiro em 1917. Poeta, ficcionista, jornalista, tradutor, ensaísta e biógrafo, foi membro da Academia Brasileira de Filosofia, da Academia Brasileira de Hagiologia e do Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura do Brasil. Cofundador da Associação Nacional de Escritores. É um dos mais respeitados escritores brasileiros no exterior. Influenciado por Tristão de Athayde, filiou-se à Ação Integralista Brasileira e passou a se dedicar ao jornalismo e a dar aulas em colégios. Deputado federal eleito por Alagoas, teve seus direitos políticos cassados em 1969 pelo Regime Militar. Foi preso 18 vezes durante as ditaduras de Getúlio Vargas e de 1964-1985. Trabalhou como colaborador da Folha de São Paulo durante 40 anos. Faleceu em 2007, após mais de 20 obras publicadas. Publicou pela Lazuli a obra “O Valete de Espadas”. 

Luiz Galvão 

O poeta e músico Luís Dias Galvão nasceu em 1937 em Juazeiro. Mudou-se para Salvador, onde conheceu Moraes Moreira e Paulinho Boca de Cantor, com os quais criou o conjunto Novos Baianos, em 1968. Conhecia João Gilberto desde a adolescência, o que permitiu que, quando os Novos Baianos fossem para o Rio de Janeiro após realizarem “É Ferro na Boneca” (1970) em São Paulo, ele contatasse o pai da bossa nova e este influenciasse todo o grupo, culminando no álbum mais aclamado deles, “Acabou Chorare”(1972). Em 1997, lança o livro “Anos 70: Novos Baianos”, contando a trajetória do grupo. Atualmente vive em Salvador. Publicou pela Lazuli “Novos Baianos – A História do Grupo que Mudou a MPB”. 

Marcelo Antinori 

O escritor brasileiro vive em Washington onde trabalhou em organizações internacionais de apoio ao desenvolvimento. Viajou pelo mundo por vários anos, trabalhando em projetos de desenvolvimento, antes de decidir dedicar-se exclusivamente a escrever romances. No Panamá, escreveu e publicou, em espanhol e em inglês, “O Último Voo do Condor”, e mais recentemente, no Brasil, publicou “O Húngaro que Partiu Sem Avisar”. Publicou pela Lazuli “O Húngaro que Partiu Sem Avisar”. 

Márcio Souza 

O romancista, dramaturgo, ensaísta, contista e cineasta Márcio Gonçalves Bentes de Souza nasceu em Manaus em 1946. Filho de operário gráfico, escreveu críticas de cinema para jornais e participou da fundação do Grupo de Estudos Cinematográficos de Manaus. Já em 1965, muda-se para São Paulo, ingressando no curso de Ciências Sociais da USP. Perseguido pela ditadura militar, interrompeu os estudos em 1969 e começou a vida profissional no cinema, como crítico, roteirista e diretor. Na dramaturgia, escreveu peças como “As Folias do Látex” e “Tem Piranha no Pirarucu”. Como roteirista, é autor, entre outros, de “Rapsódia Incoerente”, “Prelúdio Azul” e “Manaus Fantástica”. Em 1980, publica “Mad Maria” que, em 2005, é adaptado para série de TV. Suas obras se destacam por abordar a história da região amazônica. Um dos autores mais traduzidos no exterior com as obras, Galvez, imperador do Acre; Mad Maria. Publicou pela Lazuli “A Caligrafia de Deus” e a “História do Rio Amazonas”.  

Moacir Assunção 

Francisco Moacir Assunção Filho nasceu em Araripina (PE), em 1964. Jornalista e pós-graduado em ciências sociais. Especialista em história militar e dos movimentos sociais, Mestre em História Social pela PUC –SP. . Iniciou a carreira lançando um jornal próprio, o Agrovale, no Vale do Paraíba/SP. Como pesquisador do tema cangaço, publicou em diversos veículos de informação como a revista Isto É, Já, Problemas Brasileiros e nos jornais O Estado de S.Paulo e Diário Popular (atual Diário de S.Paulo). É professor na Universidade São Judas Tadeu. É autor de “Ficha Limpa – a Lei da Cidadania – Manual para Brasileiros Conscientes” e “Os Homens que Mataram o Facínora”. Publicou pela Lazuli “Luiz Carlos Prestes – Um Revolucionário Brasileiro”. 

Miguel De Almeida 

Jornalista, poeta e editor brasileiro, formado pela Fundação Cásper Líbero, Miguel de Almeida nasceu em 1958. Iniciou sua carreira no jornal Última Hora e, em poucos meses, transfere-se para a Folha de São Paulo, onde construiu destacada carreira jornalística, sendo um dos mais jovens colunistas da grande imprensa brasileira. Participa da renovação da Folha Ilustrada, com textos irônicos, polêmicos e inventivos que alcançam repercussão nacional. Entre 1993 e 2008, é colunista de O Globo, O Estado de São Paulo e crítico de artes plásticas da Gazeta Mercantil. Na década de 2000, lança e dirige diversas publicações como MSG, Reserva Cultural, Cadernos ApimecEnCena e Pólo de Arte. No mesmo período cria a revista digital literária Harpya e o site de conteúdo estruturado E-Clipping. É diretor editorial e sócio da Lazuli Editora. Em 2013, lançou o site de artes visuais e cultura “O Beijo”. Publicou pela Lazuli “Sapopemba – O Romance do Belo e da Beleza” e “Trilha nos Trópicos”. Para a Coleção Arte de Bolso, os títulos “Tomie Ohtake”, “Flávio Shiró”, “Maria Bonomi” e “Emanoel Araújo”.  E pela Três Estrelas, Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados pela Imprensa Oficial, do P-tropicalismo aos Sertões”. 

Miguel Haddad 

Miguel Haddad foi prefeito de Jundiaí em três ocasiões, foi vereador, deputado estadual, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) do Estado de São Paulo e do Aglomerado Urbano de Jundiaí que reúne, além da cidade sede, Várzea PaulistaCampo Limpo PaulistaJarinuCabreúvaItupeva e Louveira. Durante seus mandatos, Jundiaí conquistou reconhecimento nacional, sendo considerada a melhor cidade do país em gestão pública, conforme pesquisa publicada pela revista Exame. Publicou pela Lazuli o livro “Coisa de Paulista – No Interior, um País que Dá Certo”. 

Olgária Matos

Olgária Chain Feres Matos nasceu em Santiago no Chile, em 1948. Professora, filósofa, escritora e pesquisadora no campo das Teorias das Ciências Humanas. Sua tese de doutorado “Os Arcanos do Inteiramente Outro” ganhou o Prêmio Jabuti de Ciências Humanas em 1990. Também escreveu “As Barricadas do Desejo”, livro sobre o maio de 1968 francês, e “Contemporaneidades”, onde discute algumas. A filósofa possui pós-doutorado pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales e é professora titular da Universidade de São Paulo. Desde 2007, é também professora e coordenadora do curso de Filosofia do Campus de Humanas da Unifesp. Publicou pela Lazuli  “Contemporaneidades”. 

Raul Drewnick 

Raul Drewnick nasceu em São Paulo em 1938. É um dos principais cronistas do Brasil, com passagens pelo jornal “O Estado de São Paulo”, “Diário Popular”, “Jornal da Tarde” e nas revistas “Veja” e “Cláudia”. Iniciou uma intensa carreira literária na premiada série “Vagalume”, da Editora Ática com “Um Inimigo em Cada Esquina” (1994), seu livro mais vendido até hoje. Algumas de suas obras literárias mais importantes são “Vencer ou Vencer” (1995), ” O Preço da Coragem” (1997), “A Grande Virada” (1999), “Correndo contra o Destino” (2001) e “A Noite dos Quatro Furacões” (2005). Em 2011 lançou “O Goleiro Fantasma”, obra de ficção dedicada ao ex-goleiro Barbosa, crucificado pela derrota brasileira na final da Copa de 1950. Publicou pela Lazuli “Pais, Filhos e Outros Bichos”, “O Goleiro Fantasma”, “Planeta contra o Crime” e “Perdido no Mundo “.

Roniwalter Jatobá 

Nascido em Igreja Nova, atual Campanário, em Minas Gerais em 1949, é contista, romancista e cronista. Iniciou sua carreira literária em 1976 com os contos de “Sabor de Química”, ao mesmo tempo em que trabalhava como operário em uma montadora em São Bernardo do Campo. Em 1973, inicia a trabalhar como gráfico na Editora Abril. Em 1980, colabora com jornais e revistas e escreve crítica literária para a Folha de São Paulo. Em 1990, cria a Oficina da Palavra da Secretaria de Estado de Cultura de São Paulo e assume a diretoria da União Brasileira de Escritores – UBE. Jatobá tem na vida proletária a fonte de inspiração para as suas obras. É autor de “Crônicas da Vida Operária”, obra finalista do Prêmio Casa das Américas (1978), “Filhos do Medo” (1980), “Viagem à Montanha Azul” (1982), “O Pavão Misterioso e Outras Memórias”, obra finalista do Prêmio Jabuti (1999), “Paragens” (2004), “Viagem ao Outro Lado do Mundo” (2009), entre outros. Publicou pela Lazuli “Crônicas da Vida Operária” e “Viagem à Montanha Azul”. 

Sérgio Cabral 

Sérgio de Oliveira Cabral Santos nasceu no Rio de Janeiro em 1937. Jornalista, compositor, escritor e político, inicia sua carreira em 1957, como repórter policial do Diário da Noite. Em 1969, já como editor político do Última Hora, juntou-se a Jaguar e Tarso de Castro para a criação d’O Pasquim. Durante a Ditadura, foi temporariamente preso por seu ativismo neste jornal. Produtor musical entre 1973 e 1981. Como compositor, foi parceiro de Rildo Hora, escrevendo as letras de “Janelas Azuis”, “Visgo de Jaca”, “Velha-Guarda da Portela” e “Os Meninos da Mangueira”, entre outras. Foi vereador da cidade do Rio por três legislaturas, entre 1983 e 1993. Indicado para ser conselheiro do Tribunal de Contas do Município, ocupou o cargo até 2007, quando se aposentou compulsoriamente. Publicou várias obras entre elas, “As Escolas de Samba – O Que, Quem, Onde, Como, Quando e Porque”, “Pixinguinha, Vida e Obra”, “ABC do Sérgio Cabral”, “Tom Jobim” e “No Tempo de Almirante”. Pela Lazuli, publicou as obras “Ary Barroso”, “Ataulfo Alves”, “Nara Leão” “Tom Jobim”, ”Ary Barroso”, “Elisete Cardoso”, “Quanto Mais Cinema Melhor”, ”Escolas de Samba do Rio de Janeiro” e “A MPB na Era do Rádio”. 

Sílvio Fiorani 

Silvio Fiorani nasceu em Vista Alegre do Alto, São Paulo em 1943. Escritor e jornalista graduado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Trabalhou nos jornais Correio da Manhã e A Gazeta e na seção brasileira da Rádio BBC. Depois de uma viagem pela Europa e Oriente Médio, voltou ao Brasil e deixou o jornalismo para escrever ficção, influenciado pelo realismo mágico de Jorge Luís Borges. Seus contos foram publicados em diversos países entre eles Itália, França, Espanha, Portugal, Taiwan, República Tcheca e Estados Unidos. Em 2006, ganhou o Prêmio Machado de Assis por seu romance “Investigação sobre Areil”. É autor de “A Herança de Lundstrom”, “O Evangelho Segundo Judas” e “Investigação sobre Ariel”. Publicou pela Lazuli “Os Visitantes da Noite”, “Estandarte de Átila” e “Entre os Reinos de Gog e Magog”.

Simonetta Persichetti 

Simonetta Persichetti nasceu em Roma, Itália. É bacharel em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, doutora em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Mestre em Comunicação e Artes pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, integra o Grupo de Pesquisa Comunicação e Cultura Visual, do CNPq e é responsável pelo Projeto de Pesquisa Fotografia, Jornalismo e Identidade, ambos do Programa de Pós-graduação-Mestrado em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero. É também professora de graduação (Fotojornalismo) e da pós-graduação lato sensu (A Imagem Fotográfica no Jornalismo) da Faculdade Cásper Líbero. É autora de livros, capítulos de livros e artigos científicos. Entre as principais obras estão “Encontros com a Fotografia (2009), Imagens da Fotografia Brasileira Vols. 1 e 2. (1997/2000) e Mídia e Comunicação Contemporânea: Relatos de Pesquisas (2012), organizado com Edilson Cazeloto e Luís Mauro Sá Martino. Sua obra “Imagens da Fotografia Brasileira” recebeu o Prêmio Jabuti na categoria reportagem. Publicou pela Lazuli os títulos integrantes da Coleção Arte de Bolso “Claudia Andujar” e “Miguel Rio Branco”.